Hoje fui acordado muito cedo, umas nove e meia da manhã, por uma pessoa muito especial, perguntando sobre um assunto especifico, que me fez levantar para poder pegar informações sobre o mesmo, e assim poder responde-la com mais clareza. Logo após o estudo, retornei a ligação e respondi com a clareza esperada, e voltei a meu sono de beleza, que durou cerca de meia hora. A partir desse horário, já estava quase atrasado, pois tinha que guardar a pedaleira e a guitarra em suas devidas capas de proteção, tomar banho, comer e calçar o tênis -Por que nada demora mais do que uma boa calçada de tênis-
Tomei um leve café da manhã às dez horas, feijoada com dose tripla de carne, estava uma delicia. Tomei meu banho relaxante de três horas e meia -O banho não tem exatamente a duração de três horas e meia- já estava meio atrasado, mas recebi a noticia de que teria uma carona, então nem me preocupei em sair meia hora antes do que foi marcado -foi marcado as 11:30- mesmo assim, cheguei 10 minutos atrasado -o que não importa muito-...
A proposito... Eu estava atrasado para o ensaio de uma das minhas bandas. Só pra esclarecer...
E sim, eu me acho muito por que sei tocar uma musiquinha aqui, uma musiquinha alí, sou metido e isso não vem ao caso...
Chegando ao local marcado, conheci o baixista chamado um dia antes, reencontrei o baterista chamado três dias antes, e o vocalista de sempre. Apertamos as mãos e fomos caminhando em direção ao estúdio.
Esclarecendo novamente, nas bandas que participei em alguns meses de carreira, conseguimos terminar uma música apenas, e mesmo assim, completa de erros, pulos cabalísticos, cortadas épicas, desafinadas turbulentas, etc.
E hoje não foi diferente, erramos muito, pulamos muitas partes, cortamos mais ainda, desafinamos completamente. Mas, conseguimos continuar de bom humor todo o tempo, sem estresse, foi divertido.
Logo após o ensaio, fui diretamente para a banca de revista onde meus amigos -do coração- e meus inimigos -de alma- estavam a conversar como sempre fazem todo domingo. Falei poucas palavras, e fui ao encontro da pessoa especial -minha namorada-, mas especificamente, fui a casa dela.
Para que?
Concertar um computador, e lógico e em primeiríssimo lugar, vê-la. Apanhei que nem cachorro cego em terra de gato-falcão para o maldito computador e suas armadilhas operacionais. Mas consegui, sai vitorioso, exalando o cheiro da vitória após suar muito a camisa.
Mas teve um pequeno contratempo...
E é aqui, nesse exato momento, que a história de vida ou morte, superação, luta, mistério e tudo mais começa.
Em meio ao concerto do computador, ouve-se um barulho de portão se abrindo. Que viria a ser o "TIO MALÉFICO DO MAL" -usarei esse termo para me referi a o tio dela-
Só explicando novamente...
O tio dela não me quer na casa dela nem pintado de ouro com dentes de diamante fumando um charuto de jade e com um chapéu de granito.
Pensávamos todos -eu e ela- que ele estaria fora por mais tempo do que o previsto. Estávamos enganados...
Então o "TIO MALÉFICO DO MAL", chegou em casa um pouco embriagado e um pouco "DOIDO" de mais. A ponto de passar por mim, e não me ver -graças a Odin-
A tia dela tentou me esconder e todos os buracos possíveis, mas eu, como um bom e nobre homem, me recusei e aceitei ter de explicar-me ao "TIO MALÉFICO DO MAL", mas como eu já disse, por sorte, ele sequer me viu. E passou diretamente para a sala, deitou-se e de lá não sairia mais. Eu só tinha aquela chance para ir embora, mas aí vem um detalhe importante, a sala fica de frente para o quarto, se eu abrisse a porta seria visto e com certeza pego dessa vez. Então minha namorada teve uma ideia fantasticamente incrível...
Sair pela janela
Me senti num filme, fora o fato de que a janela é razoavelmente alta, e que qualquer deslize faria um barulho que o "TIO MALÉFICO DO MAL" ouviria e procuraria saber o que seria. Mas fui cuidadoso como um desastrado, Silencioso como um canhão, e rápido como uma lesma deficiente. Mas consegui escapar sem suspeitas alguma. Nem ela percebeu que eu já havia saído pela janela, e na porta da casa a esperava.
Ela foi até a porta, me explicou novamente que o "TIO MALÉFICO DO MAL" estava um pouco doido, e que seria melhor não encara-lo de frente, por que ele poderia fazer algo impensável, como me dar a carteira ou passar a mão nas minhas pernas. O que eu achei normal, visto pelo estado em que ele se encontrava.
Depois disso passei algumas horas ainda lá em um local que ele não me encontrasse e depois fui para casa.
Chegando em casa, o que encontro?
Nada. Apenas o computador e a vontade de retornar a escrever para o Blog.
Agora.. fiquem com a sessão depressiva do meu Subconsciente me perguntando coisas cretinas sobre meu dia...
"Gato, me diga uma coisa... Conseguiu terminar de concertar tudo no computador dela?"
Sério? Eu acho que você me odeia.
"Não Gato, muito pelo contrário, estou apenas preocupado. Pois sei que você odeia quando não consegue terminar uma coisa que começou"
Certo. Não, não consegui totalmente, por que o "TIO MALÉFICO DO MAL" me atrapalhou, mas o principal que era tirar um maldito erro do sistema, eu consegui.
"Então, gato, por que resolveu voltar a escrever no blog?"
Ora hexágonos! Por que eu voltaria? Não estão me pagando para isso, você pode ter certeza. Seu chato.
" Ha ha ha "
...
Enfim, estou de volta com postagens mais sem noção ainda do que o normal, e com mais aventuras épicas. Acho que meu próximo post será sobre histórias perigosas ao qual participei intensamente.
Hugs para todos!
0 comentários:
Postar um comentário